JOAQUIM PINTO LAPA
Português, nacionalizado brasileiro, veio para o Brasil, na Bahia e no município de Itapebi fixou residência, na década de 20. Casando com Zilda Cardoso Lapa, filha de Dona Lulu e Pedro Alexandrino, em 1935. Os filhos Lourdes (casada com Waldemar Moura que tem duas filhas, Ana Cristina e Adriana), Carlos (casado com Norma, com os filhos  Ronaldo,  Rogério e  Leonardo), Zilma (casada com Nilo, filhas, Andréa e Daniela), Armando (casado com Graça, filhos, Joaquim Neto, Emanuela e Armando Filho), Afonso [(em memória) (casado com Biliu, filhos Gabriela, Patrícia e Afonso Filho)],    Olinda,  filhos Juliana,  Ana  Luiza  e Felipe,  Lulu, filhos
 

confortando suas dores, adquiridas por problemas de ordem sentimental. Joaquim, atuava como político, atendendo as questões de ordem econômica e conjunturais, em alguns momentos, como enfermeiro, arrancando dente, aplicando injeções e "costurando cortes", obtidos pelos trabalhadores, na arte do labor e nas brigas e lutas de facão, geralmente nos fins de semana, por efeitos da pinga.
Anualmente,  havia a "Missa da Ventania", com a presença e liderança do Padre João, Pároco de Belmonte, que durava três dias, evento onde se realizavam casamentos e batizados. As pessoas da região e autoridades de Itapebi, compareciam em peso. Eram armadas barracas que vendiam variada gama de produtos, jogos, parque de diversão e os famosos"Lambe Lambe", fotógrafos que entregavam as fotos tiradas no mesmo dia.Com a evolução dos tempos, a partir da década de 60, Itapebi já contava com transporte de passageiros, o ônibus, que seguia até Itabuna, a metrópole da região.     Os ônibus, inicialmente era um micro

O casal, logo após o casamento, foi morar na Fazenda Ventania pertencente a Doma Lulu, mãe de Dona Zilda, viúva, na época. Lá foi iniciado um ponto comercial conhecido como  "A Loja da Ventania",  era mais que um supermercado, vendia-se de tudo, até medicamentos o que fez com que a Ventania desempenhasse um papel importante para a região. Era ali que as pessoas encontravam os primeiros socorros, tanto em alimentos como assistência médica e psicológicas. Dona Zilda atendia as mulheres da região como se fosse uma profissional da saúde e mente,     medicando,     aconselhando    e
ônibus, passavam obrigatoriamente pela Ventania, pois a linha rodoviária tinha a Fazenda Estrela do Norte, como ponto final da viagem de Itabuna para Itapebi.As paradas do ônibus na Ventania, pela manhã, na saída para Itabuna e, à tarde, no retorno para Itapebi, eram obrigatórias, fazia parte da programação "TUR". Nas manhãs, os passageiros tinham oportunidade de saborear o primeiro café acompanhado do papo alegre e descontraído do casal, Zilda e Joaquim Lapa.
 
Filhas de Joaquim e Zilda Lapa - Zilma, Olinda, Lulu e Lourdes Lapa