OSCAR SÉRVULO LEMOS

Filho de Manoel Corbiniano de Lemos e Maria Delvina Paim de Lemos, nasceu no dia 23 de dezembro de 1899 em Santo Amaro da Purificação, cidade do recôncavo baiano, mais tarde mudou-se para Itapebi, no extremo sul da Bahia, onde, em sociedade com Rafael Tosto na Farmácia Ypiranga, apesar de  dois médicos na comunidade, Dr. Rochinha e Dr. Edgard, era chamado constantemente, a qualquer hora do dia ou da noite, para prestar atendimento a alguém com problemas de saúde.

Casado com Hilda Barbosa de Lemos com quem teve doze filhos: Haroldo, Hermes, Herval, Gerosina, José Pedro, Maria Delvina, Manoel Corbiniano, Maria D´Ajuda, Antonio, Maria das Graças, Maria do Carmo e Sérvulo Eduardo.

Seu Oscar, como era conhecido, tinha o hábito de recepcionar as pessoas que visitavam a cidade ou viajantes que chegavam a negócio.

 

Logo falava da cidade, das pessoas e de tudo que se relacionava com aquela terra que adorava.

Sempre que se iniciava qualquer construção na cidade, lá estava Seu Oscar como "mestre-de-obras" prestando assistência.

Partidário político legado à família  Stolze, foi eleito vereador suplente.

Tocava flauta na Filarmônica de Belmonte e em Itapebi, diretor da Sociedade Filarmônica, ocasião da assembléia para eleição da diretoria e aprovação do estatuto da Sociedade Filarmônica 1º de Janeiro onde foi aclamado para presidir aquela sessão.

Católicos praticantes, Oscar e Hilda organizavam festejos em homenagem a Santo Antônio. Era festa de 1º a 13 de junho que virava a noite, com dança, comidas típicas e licor, da mesma forma como eram as festas na casa de Dona Niquinha e de Dona Elza.