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LUCIANA  BRUNA  LUANA  MARIVALDO  DIANE   JESUS   MARIA DE LOURDES  TÂNIA SUZART   GAL E GRAÇA   EDSON XAVIER
                                  
   
 
       Marivaldo Nascimento
 

Natural de Itapebi estado da Bahia, terceiro de uma familia de doze irmãos, filho de Raulino Teixeira e Maria do Carmo seus pais sempre são fontes cultivadoras de valores artísticos e cultural - "Meus pais pais tinham os mesmos interesse. Meu pai, apaixonado pela pintura, arquitetura e pela música, além de agricultor e comerciante. Minha mãe, além de exímia costureira, excelente mãe e dona-de-casa, também tem trabalhos de pinturas e bordados, preservados com a família e amigos" declara. Com estilo próprio e sutileza

 
nos traços, dá movimentos e profundidades dentro do contexto tempo e espaço -"Procuro criar seguindo minhas idéias e estilos, com movimentos e perspectivas,    mas com umtoque de surrealismo e de cubismo" acrescenta.
Como design gráfico, atuou no Instituto Serzedello Corrêa na área de comunicação.
Idealizador do site Itapebinet - portal de comunicação com a comunidade
itapebiense em todo país, além de
 
criador das logomarcas e caracterizações de todo processo de comunicação visual da Afai e do Ponto de Cultura cordão de caboclos Os Guraanis, entidades que abraçou também com muita paixão tendo em vista o papel princinpal cujas finalidades inicialamente foram de resgatar a cultura do município e auxiliar, nos mais diversos aspectos, a população mais carente, foi também um dos maiores incentivadores dos encontros setorias da Afai, em Brasília.
 
     
   

DA TELA COM TINTA PARA O DESIGN GRÁFICO
Por Neuzamaria Kerner                     diversos-afins

Nas beiradas baianas do Rio Jequitinhonha, em Itapebi, Marivaldo do Carmo Nascimento observa o rio cheio passante e imagina o fundo, não só do rio, como o também fundo de todas as coisas e tenta entendê-las. Na parte mais abissal do rio, talvez existam até as sereias que permeiam o imaginário das crianças. Mas os barqueiros atravessam suas canoas e devem trazer as suas versões para as crianças das areias que não arriscavam mergulhos talvez por medo de serem engolidos pela boca faminta de um peral repentino.

No velho rio, o moderno já havia se instalado pelo olhar de Marivaldo, hoje artista plástico por hobby, especialmente por rejeitar as formas e convenções tradicionais para inovar com um modernismo colorido o que ele vira na concreta cidade com o rio da sua infância. Por isso, o artista se dedicar a pintar suas telas e, em seguida, adaptá-las para os olhares humanos via racionalidade e avanços tecnológicos. Daí, podermos inferir que o modernismo, representa,   por   bem  ou  por mal, tivéssemos dado a volta em seu derredor. Também, classificar como puro Surrealismo seria perigoso porque nem todas as característicasdesta a vitória    

 
da razão  sobre a inspiraçãoeconcluirmos que, embora romântico, esse menino “rejeitou” o convencional e os modos tradicionais de expressão para retratar o mundo que, um dia, viu passar nas beiradas do seu rio, com o fluxo constante, e desaguou em Brasília, onde vive hoje como funcionário público (mais uma regra transgredida). Gombrich em História das Artes, comentando sobre o quadro Violino e Uvas de Pablo Picasso, nos diz: Por que não ser coerente e aceitar o fato de que nosso objetivo real é construir algo, em vez de copiar algo? Se pensarmos um objeto, digamos, um violino, ele não se apresenta ao olho da nossa mente tal o vemos com os olhos do nosso corpo. Podemos pensar, e de fato pensamos, em seus vários aspectos ao mesmo tempo. Alguns deles destacam-se com tanta clareza que sentimos poder tocá-los e manipulá-los. E, no entanto, essa estranha mistura de imagens representa mais o violino “real” do que qualquer instantâneo ou pintura meticulosa poderia jamais conter.”Ao repensar as palavras de Gombrich, temo classificar a arte de Marivaldo como puro Cubismo Pictórico, que seria o desejo de transmitir a estrutura total do objeto,   decompondo as formas em diferentes planos geométricos, como se estivesse sido contemplado sob diferentes ângulos de visão ou escola estão presentes nos quadros
 

de Marivaldo,    levando  em  conta  a idéiade que no surreal subjaz a noção de real, quando a imaginação é solta e o onírico fantástico se impõe. Lembremos de Salvador Dali para que possamos clarear nossa memória. Em verdade, a arte é arte e não precisa ter nomes ou classificações para que nos deleitemos com ela.

No entanto, não seria interessante dizer apenas que o artista em questão faz design gráfico. Ele se utiliza da linguagem tecnológica, com sua capacidade de criação, apresenta suas imagens feitas inicialmente em tela e óleo, numa outra versão que interage perfeitamente com o receptor da mensagem. Portanto, Marivaldo é a confirmação de que o computador, essa ferramenta bem moderna de trabalho, não é artista, não faz nada sozinho sem que a mão do ser humano sensível esteja diante de uma “tela” diferente.

Filho de Raulino Teixeira e Maria do Carmo, Marivaldo é casado com Tânia Rosa de Jesus com quem tem as filhas Luana e Bruna de Jesus Nascimento, reside em Brasília, Distrito Federal onde trabalha no Tribunal de Contas da União como Técnico Federal, é membro associado da AFAI, instituição pela qual "luto na expectativa de ver resgatada a nossa cultura, o nosso passado como um todo e em todos os sentidos".

     

Marivaldo e esposa - Tânia Rosa
 
Filha - Luana Nascimento
 
Filha - Bruna Nascimento
         
Publicado pelo jornal do Tribunal de Contas da União com destaque na página do "Faz e acontece" espaço reservado a artistas funcionários da casa, o servidor Marivaldo do Carmo Nascimento, apaixonado pela arte de recompor o senso de harmonia, de proporção e equilíbrios através de trabalhos, seja em escultura, óleo sobre telas ou através do processo gráfico, expressa com sentimentos, com traços próprios e cores alegres, um dom.