Natural de Cachoeirinha, é acima de tudo, um itapebiense
"roxo". Um homem que deixa transbordar sua emoção quando
fala de sua terra natal. Casado com Laura Botelho com quem tem os filhos Humberto, Marly, Suely, Roberto e Leila Botelho Cachoeira.
Com a
desistência do candidato Rafael Tosto Filho indicado pelo
então prefeito Renato Duarte, na convenção do partido foi
aberto espaço para opiniões aos membros e, por sugestão de
Dona Nini Carrão, lançou-se candidato.
Roxo Cachoeira, como é conhecido, é filho de Antonio Augusto
Cachoeira e Floriana Cachoeira, nasceu no ano de 1928, no então distrito de Cachoeirinha, ainda município de
Belmonte. Em 1972 foi
eleito prefeito de Itapebi, no décimo quinto ano
de emancipação política, para um período de quatro anos. Em
1973, já no seu primeiro ano de mandato ficou constatado,
segundo levantamento feito pela comissão formada por Rosalvo
Teixeira, Adhemar Silva Simões e Jorge Santos Silva conforme
Portaria nº 3, um rombo superior ao orçamento anual da época,
o que o impediria de administrar com êxito e de realizar a
exposição agropecuária, mas que foi feita com sacrifícios,
corte de gastos desnecessários e eficiência. Para um homem que não quis
deixar dívidas para seu sucessor e controlava as
despesas, não foi um início, de gestão, muito favorável aos
seus princípios - não exceder em gastos.
Casado com
Laura Botelho com quem tem cinco filhos, Marli,
Humberto, Roberto, Sueli e Leila, deixou para o município um
legado histórico de honestidade.
Construiu a
biblioteca Professora Valternise, o Clube Social onde
antes funcionava o hangar, regularizou no Ministério da
Educação, o Centro Educacional de Itapebi facilitando a
emissão dos certificados aos alunos que precisaram continuar
os seus estudos, construiu abrigo rodoviário, equipou a
prefeitura com trator, duas caçambas, um jipe para Caiubi,
uma C10, construiu duas pontes nos rios Contiguiba e
São José, murou e construiu as arquibancadas do estádio,
facilitou a vinda da Nestlé para o município, com isenção de
impostos mas criando empregos, montou o instituto biológico,
construiu o posto Alípio Mota em Caiubi e restabeleceu a
Filarmônica 1º de janeiro. Ajudou também na construção de um
pavilhão na faculdade de Ilhéus.