acentuados problemas estruturais do país, realimentados pelo voto de um mal educado como eu, você, enfim de nós o povo, a políticos que são no mínimo, corruptos.
Mas nem tudo está perdido. Transformamos os indigestos “mal”, “maus” e “piores” atuais em seus opostos e fim de papo! Fácil, não? Cá de minha cômoda condição de falador – e exercendo neste instante a cidadania que permanentemente deveria –, diria que com uma mudança radical (ou pelo menos, meio) em nosso modo de agir por via de uma Educação com o é maiúsculo (como o subentendido grafado), conseguiremos.
Diante dos protagonistas, os “dirigentes” e “nós”, me interrogo quem deve encampar a culpa maior pelo surgimento desses abomináveis conceitos a uma nação.
Não é “puxar a brasa pra minha sardinha”, como orienta o popularíssimo adágio. Mas, de modo veemente brado estar fora dessa: o histórico nos dirá de um “povo”, na sua melhor expressão, em tempo algum ter exercido o “poder político”, este, por excelência e de modo seqüencial foi exercido por uma classe diferenciada, e de inovadoras facetas, as clamadas “elites”, e detentora do “econômico”, um fundamental poder.
Absolutamente não há registros do povo no comando. Houve sim, várias tentativas, inúmeras revoltas inclusive, com esse fim, mas, abafadas. Lembram-se?
Como o bicho não é tão feio como pintamos e como é inegável nosso costumeiro hábito de exagerar na dose (dizem os antropólogos fazer parte da natureza do brasileiro), é evidente as nossas coisas boas, como Hospitais e Universidades, e de primeiro mundo! Entretanto, são essas “boas coisas” que me faz persistir em interrogações: Será que o brasileiro tem acesso a esses tipos de instituições, observando que a grande maioria deles possui baixa renda?
Imaginava dar vez ao injuriado “pre” em lugar deles soltos, os “conceitos”, como atenuante e me precipitei na conclusão. Como sabemos, o povo há uns anos conquistou o poder... Sim, a da última interrogação está em aberto! |